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Hiperatividade e Educação

01/10/2008 GMT 1

Recado ao Professor

jussilene @ 04:52

Querido professor, sei que não é fácil administrar uma sala de aula com mais de 30 alunas, porém seu conhecimento, sua dedicação e amor é que vai fazer a diferença na vida desse aluno tão especial que precisa de você.

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O Papel da Psicopedagogia X Hiperatividade

Como vimos, a criança hiperativa, muitas vezes, pode estar atrasada, em termos de conteúdo teórico, quando comparada com as outras crianças da sua classe. Sabemos que os sintomas do TDAH, como a desatenção e a falta de autocontrole, podem promover dificuldades especificas na aprendizagem.
Conforme Edyleine (2002), o acompanhamento psicopedagógico é importante já que auxilia no trabalho, atuando diretamente sobre a dificuldade escolar apresentada pela criança, suprindo a defasagem, reforçando o conteúdo, possibilitando condições para que novas aprendizagens ocorram.
Com efeito, enfatiza que as técnicas mais utilizadas são os jogos de exercícios sensorio-motores, como a amarelinha, bola de gude ou de bolas, ou de combinações intelectuais, como damas, xadrez, carta, memória, quebra-cabeça, entre outros.
Os jogos com regras permitem a criança, além do desenvolvimento social quanto a limites, a participação, o saber ganhar, perder, o desenvolvimento cognitivo, e possibilita a oportunidade para a criança detectar onde está, o porquê e o tipo de erro que cometeu, tendo a chance de refazer, agora, de maneira correta.
Podem ser usadas técnicas que envolvam escritas, como escrever um livro e ilustrá-lo, pode despertar nela em criar algo seu e admirar seu trabalho final, podendo isso, ser estendido às lições em sala de aula.
Uma outra técnica é a de despertar na criança o gosto pela leitura, através de assuntos e temas de seu interesse e também aguçar a curiosidade por conhecer novos livros, revistas e gibis.
A utilização de contos de fadas e suas dramatizações podem ser um recurso a mais. Podem ser utilizados desde a fase do diagnóstico até a fase de intervenção educativa, adaptando-se as tarefas, em razão do nível de aprendizado em que a criança se encontra. Edyleine (2000), salienta que essa técnica permite ao psicopedagogo coletar tanto dados cognitivos quanto psicanalíticos.

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Calma! Não precisa bancar o professor maluco, é só usar o lúdico que dá certo!

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